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sábado, 5 de março de 2011

Cerimónia de entrega dos diplomas de participação no Concurso de Ideias do Prémio Fundação Ilídio Pinho "Ciência na Escola"

No passado dia 28 de Fevereiro o Director da Escola Secundária Camilo Castelo Branco e os professores coordenadores dos projectos de investigação em concurso ao Prémio Fundação Ilídio Pinho "Ciência na Escola", participaram na cerímónia de entrega dos diplomas.
A sessão teve a presença do senhor Director Regional, Dr. António Leite, do Presidente da Fundação Ilídio Pinho, Eng.º Ilídio Pinho e do Administrador do Banco Espírito Santo, Dr. José Manuel Espírito Santo.

Os projectos de investigação "Fagoterapia para a cárie" e "Avaliação da capacidade antimicrobiana de plantas aromáticas/medicinais sobre microrganismo da flora oral" foram distinguidos como ideias inovadoras no Concurso de Ideias do Prémio Fundação Ilídio Pinho "Ciência na Escola".
Dos 700 projectos a concurso apenas foram seleccionados 351 a nível nacional. Os projectos do clube da ciência concorrem no escalão mais elevado do concurso o 4º onde apenas foram selecionados 8 a nível do concelho de Vila Nova de Famalicão.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Projectos de investigação desenvolvidos pelo Clube da Ciência da Camilo passam à 2ªfase do prémio Fundação Ilídio Pinho

Os projectos desenvolvidos pelo Clube da Ciência da Escola Secundária Camilo Castelo estão na lista de projectos seleccionados à 2ª fase do prémio Fundação Ilídio Pinho “ Ciência na Escola” – 9ª Edição.
O Clube da Ciência concorre com dois projectos que têm como tema globalizador o problema da Cárie Dentária.
Os projectos: “Fagoterapia para a Cárie” e a “A capacidade antimicrobiana de plantas aromáticas” têm como principal objectivo avaliar métodos alternativos para o controlo do crescimento bacteriano da flora oral. Nos dois projectos estão envolvidos professores e alunos inscritos no clube que tentam avaliar a capacidade dos fagos (vírus que atacam exclusivamente bactérias) e de infusões de plantas aromáticas e medicinais no combate às bactérias que causam a cárie dentária.
Estes projectos estão a ser desenvolvidos em parceria com Investigadores da Escola de Saúde do Vale do Sousa (CESPU) e a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.
Já no próximo dia 23 de Fevereiro realizar-se-á um rastreio oral realizado por alunos do curso Oral da Escola Superior de Saúde do Vale do Sousa (CESPU) promovido pelo Clube da Ciência em parceria com o PIS da escola e toda a gente está convidada!

Descoberta nova espécie de insecto no Algarve.

Litocampa mendesi é o nome dado à espécie do insecto descoberto pela bióloga e espeleóloga Sofia Reboleira. Com cerca de três milímetros e sem olhos nem asas, vive nas grutas do Algarve, segundo o Jornal de Notícias.
 A descoberta de Sofia Reboleira mostra um novo género de espécies de insectos até à data desconhecidas. Em declarações à agência Lusa, a bióloga e espeleóloga explica que «esta descoberta acrescenta uma nova ordem à fauna cavernícola portuguesa, uma vez que não se conhecia nenhum dipluro (insecto) exclusivamente cavernícola em Portugal» e que, por não ter olhos nem asas, este insecto está adaptado a viver sem luz e nas profundezas de grutas. A espécie agora descoberta é «evolutivamente um precursor dos insectos actuais» que já deverá existir há milhões de anos. Esta é já a quinta descoberta de Sofia Reboleira, que anteriormente descobriu três novas espécies de escaravelhos e um pseudo-escorpião.
A nova espécie descoberta foi já descrita em artigos escritos para revistas científicas, trabalho feito em conjunto com o espanhol Alberto Sendra.
Diana Silva 10B

Falta de memoria associada a distúrbios do sono

Pessoas que conseguem ter uma boa noite de sono lembram melhor das informações observadas durante o dia do que aquelas que passam longos períodos sem dormir.
 A investigação sugere que o cérebro consegue filtrar tudo aquilo que foi absorvido durante o dia, retendo apenas aquilo que é mais importante enquanto dormirmos.
Isso acontece porque durante o descanso ocorre a síntese de proteínas responsáveis pelo desenvolvimento das conexões neurais, aprimorando habilidades como memória e aprendizagem. Durante a noite, o cérebro faz percorre as informações acumuladas, guardando aquilo que considera importante e descartando o supérfluo e fixando, assim, lições que aprendemos ao longo do dia. Por esse motivo, quem dorme mal, geralmente, tem dificuldade em lembrar-se de situações simples, como episódios ocorridos no dia anterior ou nomes de pessoas próximas.
Os investigadores consideram que este estudo, para além de provar que o cérebro consegue diferenciar o que vai ser usado e o que pode ser esquecido, mostra que ficar longos períodos sem dormir para estudar ou memorizar algo não é a melhor forma de absorver informações.
Sofia Mália 10B

Descoberto planeta capaz de suportar vida.

A descoberta de um planeta com características habitáveis, a 20 anos-luz da Terra, é hoje dada a conhecer num artigo do «Astrophysical Journal». Este planeta do tamanho do nosso é um dos dois recentemente estudados que fazem parte de um conjunto de seis que orbitam a estrela Gliese 581.
Localiza-se a uma distância do seu sol suficiente para ter uma temperatura adequada à existência de água líquida na superfície ou a pouca profundidade. Tem gravidade e a sua temperatura varia entre os menos 31º e os menos 12º centígrados.

O período orbital é de 36 dias e a relação com a sua estrela faz com que tenha sempre uma face com luz e outra escura. A área mais provável para existir vida será no limite entre o dia e a noite.
Sofia Mália 10B

Refrigerantes “light” podem prejudicar o coração a longo prazo!

Os refrigerantes light ou sem açúcar foram ganhando terreno no mercado ao longo dos últimos anos. Muitos consumidores preferem esta alternativa a bebidas açucaradas e calóricas, cujo consumo excessivo está associado a um maior risco de doenças cardiovasculares
No entanto, podem ter sido induzidos em erro, visto que uma nova investigação sugere que estas opções menos doces podem ser  prejudiciais ao coração, a longo prazo. Se acordo com os dados recolhidos neste trabalho, alguns preliminares, o consumo de refrigerantes light está associado até 60 por cento mais de probabilidades de se sofrer de problemas vasculares.
Retirado de

Sofia Mália 10B

Médicos dizem ter curado doente com Sida

Uma equipa médica alemã acredita ter curado um homem infectado com o vírus da Sida (VIH), após um transplante de medula óssea para tratar uma leucemia de que também sofria.

Timothy Ray Brown, um americano de cerca de 40 anos, também conhecido como o "paciente de Berlim", foi submetido em 2007 a um complicado tratamento para combater uma leucemia mielóide aguda, um tipo de cancro que afecta o sistema imunitário.

O tratamento incluiu um transplante de células estaminais de um doador portador de um gene hereditário pouco comum, associado à redução do risco de contrair o VIH.
Os médicos continuam a observar a evolução do paciente, mas acreditam que este caso poderia abrir o caminho para uma cura permanente do VIH através de células estaminais geneticamente modificadas.

Os cientistas estão optimistas, mas lembram que a técnica não pode ser usada em massa devido a dificuldades — como ter dadores compatíveis e com a referida mutação genética que os torna imunes ao ataque do vírus, além do risco do transplante. No entanto, especialistas advertem que se trata de uma terapia muito cara e arriscada, que não se pode aplicar a todos os pacientes e não é uma cura definitiva para a SIDA. Michael Saag, da Universidade de Alabama em Birmingham, nos EUA, disse à CNN que "é uma prova interessante sobre como medidas extremas podem levar à cura do VIH". Mas considerou que "é demasiado arriscada para se converter numa terapia comum".

O investigador não descarta a hipótese de cura mas sublinha que só depois de o doente morrer e de ser feita uma análise genética completa se poderá ter certezas. O vírus da sida atinge 33 milhões de pessoas em todo o mundo e já matou mais de 25 milhões desde que a pandemia começou, nos anos 1980.
Notícia levou esperança a pacientes seropositivos
A possibilidade de cura da SIDA — ainda que sem prazo definido — aumentou as esperanças de portadores da doença. O activista Cazu Barroz, que convive com o HIV há 21 anos, acredita que a experiência pode significar mais um avanço para que investigadores se concentrem em encontrar não só a cura para o HIV, mas igualmente uma forma de minimizar os danos da doença. “Li profundamente esse estudo e fiquei feliz com as conclusões, apesar de ainda serem necessários mais estudos. Esses avanços científicos fazem com que eu acredite que em 10 anos tenhamos medicamentos que possam, pelo menos, tornar a SIDA uma doença crónica”.
Há que ter em conta o risco de excesso de "entusiasmo" que pode fazer com que as pessoas banalizem a doença, negligenciando assim a prevenção, que é de momento a única arma segura contra a doença.

Adaptado por:
Maria Araújo – 10ºB – Nº18

Por Alessandra Nogueira em 12.11.2008 as 23:08 e atualizado em 3.07.2010 as 17:53
16.12.2010 - 11:55 Por Romana Borja-Santos

2010-12-16 22:39
2010-12-16 LEONEL DE CASTRO/GLOBAl